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Crack

Crack-  É a forma cristalizada de cocaína, a qual normalmente se apresenta em forma de pó.Vem em blocos sólidos ou cristais, variando em cor desde o amarelo indo até ao rosa pálido ou branco.O crack é aquecido e fumado. Chama–se assim porque faz o som de um pequeno estouro ou estalido quando é aquecido.O crack, a forma mais potente da cocaína, é também a mais perigosa. É entre 75% e 100% puro, muito mais forte e mais potente que a cocaína regular. Ver cocaina

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Cocaína

Cocaína- É uma droga ilícita extraída das folhas de coca e usada em forma de pó. O pó é geralmente misturado com substâncias tais como o amido de milho, pó de talco e/ou açúcar ou outras drogas como a procaína (um anestésico local) ou anfetaminas.

É mais comummente inalada pelo nariz, sendo o pó absorvido pela circulação sanguínea através do tecido nasal. Pode também ser ingerida ou friccionada nas gengivas.

Para a droga ser absorvida mais rapidamente pelo corpo, os toxicodependentes injectam–na, mas isto aumenta substancialmente o risco de overdose. Inalando–a como fumo ou vapor acelera a absorção com menos riscos para a saúde do que uma injecção.

Quando expostos a ela os pacientes experimentam uma euforia à qual os consumidores desenvolvem uma tolerância rapidamente (vão precisando de doses cada vez mais elevadas para obter semelhante efeito).

Nos períodos que se seguem ao uso destas drogas estimulantes podem surgir fases de depressão grave.

O uso da cocaína pode levar à morte por falha respiratória, hemorragia cerebral (derramamento de sangue no cérebro) ou ataque cardíaco. Os filhos de mães toxicodependentes em cocaína podem sofrer de defeitos congénitos.

O Tratamento da uso de cocaína é muito difícil. A psicoterapia pode ser uma arma terapêutica importante, onde após um momento psicoeducativo em que se referem os efeitos deletérios destes consumos (muitas vezes desconhecidos), depois se tenta uma estratégia de redução de consumos ponderando as vantagens obtidas e os malefícios sobre a vida presente e futura. É fundamental que se compreenda, que estes consumos podem estar a ser usado como auto-medicação para situações psiquiátricas de base como a depressão. Neste caso estas perturbações deverão ser tratadas à priori. Há alguns fármacos como o topiramato e a olanzapina que provaram ser eficazes na redução/cessação dos consumos, devendo sempre ser prescritos por um médico psiquiatra.

 Os grupos terapêuticos do tipo «narcóticos anónimos» podem ser muito úteis, pois contam com a presença de pacientes que padecem da mesma situação e que podem trocar experiencias e modos de vencer as situações.

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Cannabis

Cannabis

A cannabis, a mais popular das drogas ilegais, pode ser conhecida por diferentes nomes de rua como charro, chamon, liamba, erva, chocolate, tablete, taco, curro, ganza, hax, hash, maconha, óleo (óleo de haxixe), boi ou cânhamo. Os canabinóides são derivados da planta Cannabis Sativa. O THC é tipicamente considerado o principal componente ativo da planta cannabis.

Existem três formas de preparação:"marijuana ou erva" - preparada a partir das folhas secas, flores e pequenos troncos da Cannabis Sativa. Provém de várias “castas”, sendo a mais forte o Skunk (quanto mais forte, maior a quantidade de THC, a substância que provoca os efeitos); " haxixe" – preparado a partir da resina da planta fêmea, a qual é transformada numa barra de cor castanha, com o nome coloquial de "chamom". É potencialmente mais tóxico do que a marijuana, dado que o seu conteúdo em THC (até 20%) é superior ao desta (de 5% a 10%). Os tipos de resina ou haxixe mais comuns são o marroquino, o libanês e o pólen; "ó leo de cannabis ou óleo de haxixe" – preparado a partir da mistura da resina com um dissolvente (acetona, álcool ou gasolina), que se evapora em grande medida e dá lugar a uma mistura viscosa, cujas quantidades em THC são muito elevadas (até 85%).

Estas substâncias são principalmente consumidas por ingestão e inalação. Quando fumada, a cannabis é misturada com tabaco em cigarros feitos manualmente ou em cachimbos.

Efeitos do seu consumo:

Os canabinóides podem provocar prazer, bem-estar, euforia, intensificação da consciência sensorial, maior sensibilidade aos estímulos externos.

No entanto também podem provocar o aumento da ansiedade, chegando mesmo a ataques de pânico e o aparecimento de delirios e alucinações.

 Geralmente também se associa a lentificação da capacidade de reação, défice na aptidão motora ou interferência na capacidade de condução de veículos e outras máquinas.

Do ponto de vista físico pode associar-se a uma aceleração do ritmo cardiaco, aumento da pressão arterial, congestão dos vasos conjuntivais (olhos encarnados), etc.

Estes efeitos surgem repentinamente e persistem durante 2 a 4 horas, variando consoante as doses, da potência da droga, da maneira como é consumida.

Embora a dependência não seja muito frequente, o  consumo persistente pode provocar  varios problemas entre os quais se destacam:

- O chamado «sindroma amotivacional», caracterizado por uma desmotivação permanente que leva a que os consumidores abandonem estudos e trabalhos e passem a ter uma vida sem grandes objectivos.

- Pensa-se que o consumo continuado de cannabis antes dos 18 anos de idade pode associar-se a danos permanentes na inteligência, atenção e memória.

- Também está bem estabelecida a relação entre o consumo de cannabis e o aparecimento de doenças psiquiátricas graves como a esquizofrenia, em pacientes que tenham uma predisposição para tal.

 Tratamento- O tratamento mais preconizado nestes casos é a psicoterapia onde após um momento psicoeducativo em que se referem os efeitos deletérios destes consumos (muitas vezes desconhecidos), depois se tenta uma estratégia de redução de consumos ponderando as vantagens obtidas e os malefícios sobre a vida presente e futura. É fundamental que se compreenda, que o consumo de cannabis pode estar a ser usado como auto-medicação para situações de ansiedade e depressão de base. Neste caso estas perturbações deverão ser tratadas à priori.

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Delirium tremens

Delirium tremens- Sindroma de abstinênca provocada pela cessação abrupta do consumo de álcool em consumidores crónicos com dependência de álcool. Entre os sintomas destacam-se um tremor grave, aumento da sudação, confusão mental, alucinações (doentes referem que vêem pequenos insectos ou animais- chamdas as microzoópsias), conculsões, etc. Pode terminar em coma e morte se não for tratado por um médico com fármacos apropriados.
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